Confira alguns Atrativos Turísticos do município de Barão de Cocais e região:

cachoeira de cocaisCachoeira de Cocais

Conhecida também de Cachoeira da Pedra Pintada, está localizada na Serra da Conceição, a 10 km da Vila de Cocais. São dez quedas d’água em uma montanha de pedra de mais de trinta metros que proporcionam um espetáculo magnífico, além de ser um excelente local para os adeptos de esportes radicais, como : montain bike, canyoning, trekking.

cachoeira de cambotaCachoeira do Cume “Cambota”

A cachoeira da cambota se localiza- se no córrego São Miguel, onde formam vários saltos ao longo do seu curso, a água é límpida com temperatura girando em torno de 20 °C. Logo após o salto formam-se duchas naturais e piscinas, onde é possível tomar banhos, a região ainda é rica em orquídeas, canelas-de-ema e samambaias.
A Serra da Cambota faz parte da matriz de água de Barão de Cocais, faz parte em volume da 2ª e mais importante bacia. Está inserida em um ambiente chamado Ecótono, que é uma área de transição entre 2 biomas, muito importante no clima da cidade. Possui uma fauna exuberante. Faz parte do complexo da Serra do Espinhaço.
É um ambiente propicio ao turismo, porém muito sensível. Seu subsolo é rico em componentes minerais, classificando como uma área estratégica para o município.

serra da cambotaSerra da “Cambota” (Campos do Garimpo)

O maciço do Espinhaço, recentemente tombado pela Unesco como reserva da Biosfera, tem em sua formação geológica os dobramentos modernos constituídos predominantemente de rochas como gnaisse e granito.
Região de rara beleza, proporciona aos adeptos do ecoturismo locais adequados para prática de caminhada, ciclismo de montanha e escalada. Com uma vegetação onde predominam os campos rupestres e as centenárias Canelas de Ema, dão ao local uma leitura peculiar com numerosas espécies de flores, que formam um singelo mosaico de cores e formas.
Conhecida como Serra do Garimpo, a localidade é uma região interfluvial das bacias do Rio Piracicaba em sua porção leste e da bacia do Rio das Velhas do seu lado Oeste.

ruinasRuínas do Gongo Soco

Gongo Soco é um testemunho de um dos ciclos mais marcantes na economia nacional, o ciclo do ouro. O sítio tem sua história iniciada em 1745, quando o cavouqueiro Bitencourt encontrou ouro nos cursos d’água que cortam a região. No final do século passado, foi adquirido por João Batista Ferreira e em 1825, a mina foi comprada por ingleses da Cornuália, que operaram entre 1826 a 1856, criando ali um florescente povoado britânico tropical, com hospital, capela e cemitério particular. Ficou paralisada durante muito tempo e em 1986, foi adquirida pela Mineração Socoimex que mantém até hoje resguardado o acervo ambiental e histórico da região.

Cemitério dos Ingleses Local onde estão sepultados os trabalhadores da primeira empresa britânica no Brasil Imperial (Brasilian Gold Mining), que comprou do Barão de Catas Altas (João Batista Ferreira de Souza Coutinho), por 79 mil libras esterlinas. Neste cemitério encontram-se atualmente 10 lápides, algumas com inscrições em inglês, ornamentadas com desenhos apurados no granito e na pedra sabão, sendo delimitado por um muro de pedras, situado no alto de uma colina . Sabe-se que os ingleses eram sepultados de cócoras, tradição da Cornuália.

igrejaSantuário de São João Batista

Primeiro projeto arquitetônico de Aleijadinho. Construção iniciada em 1764 e concluída em 1785. É considerada projeto de Aleijadinho , pelo desenho do frontispício, pelo arco cruzeiro, pela ousadia de dispor as torres diagonalmente em relação ao corpo de igreja. Aleijadinho esculpiu ainda a imagem de São João Batista em pedra sabão e projetou a tarja do arco cruzeiro no interior da Matriz. A Matriz possui altares folheados a ouro e a pintura do teto é atribuida ao mestre Ataíde.

sitioSítio Arqueológico

O Sítio Arqueológico da Pedra Pintada é o programa ideal para quem busca história e conhecimento. Suas pinturas rupestres, datadas de aproximadamente seis mil anos, formam três grandes painéis compostos por cenas de caçadores perseguindo suas presas e pelos diversos rituais realizados no local.
O Sítio está localizado na Serra da Conceição, numa altitude de 1250 metros acima do mar. Sua análise foi feita em 1843 pelo paleontólogo dinamarquês Peter Lund. Nele, você viaja no tempo, conhecendo desenhos semelhantes aos das grutas de Altamira, na Espanha, e Lescaux, na França.
No sítio, estão registrados quatro estilos de grafismos feitos com pigmentos minerais, que podem explicar a cronologia da pintura do paredão.
Acredita-se, a partir de estudo desenvolvido por historiadores da Universidade Federal de Minas Gerais, com o apoio do CNPq, que o local não serviu de moradia, por possuir registros possivelmente ritualísticos ou estratégicos.
A arte rupestre está registrada em rochas e grutas em todo o Brasil. São mais de 780 sítios arqueológicos, onde as pinturas rupestres deixaram o rastro dos primeiros “pintores” brasileiros de que se tem notícia. Nelas, através de desenhos, estão retratadas histórias de sobrevivência, crença e experiências de vida, um momento em que se descobre um meio de linguagem e comunicação através das pinturas.